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Foi avistado, em Penalobo, um vampiro.
Por José Louro (Professor), em 2013/05/02631 leram | 0 comentários | 116 gostam
As notícias devem ser objetivas, precisas, exatas, porém, neste caso, só podemos informar os leitores dos factos que seguem.
Como tinha ficado sem dentes não se sabia. Aquilo aconteceu do dia para a noite, ou, talvez, da noite para o dia - aqui as fontes,isto é, os informadores, são contraditórias.
- Olhe, não tem explicação, pronto! Dizia o transeunte pasmado, ainda, com o sucedido.
- Aqui na terra é coisa nunca vista. Eu, que já tenho aquase oitentas, não me lembro de semelhante! Exclamava o sr. Amansio Belarmino dos Santos.
O repórter,aqui, sente a necessidade de começar a notícia como devia e não se entusiasmar com o entusiasmo dos entusiastas passantes ou "parantes".
O único, e último, vampiro da terra tinha ficado desdentado e isso nunca tinha acontecido antes, portanto toda a gente estava admirada com o caso. E,o pior, todos pensavam na dificuldade em resolver o problema. Os vampiros,ali, alimentavam-se de sangue, não humano mas de animais criados especialmente para o efeito e era preciso que os vampiros os sangrassem com os próprio dentes. Sem dentes, morte certa! Era até um provérbio muito antigo que os da terra nem percebiam muito bem, mas agora fazia todo o sentido.


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